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X-Men Origens: Cultura Inútil

junho 20, 2011

ELIZABETH

Meu nome é Elizabeth Santos, mas não uso meu nome assim em lugar nenhum, pelo menos em lugar nenhum que não seja obrigatório, geralmente eu assino Beth Uchiha, ou Ayame Uchiha, ou Uchiha Ayame, ou algo assim, então se você já viu um desses nicks em algum lugar, provavelmente, era eu.

Sou uma otaku, ou otome pra quem sabe o que é (pra quem não sabe, joga no Google), RPGista viciada e preguiçosa assumida, estou atualmente com 18 anos e faço aniversário todo o dia 10 de agosto, nunca deixo passar um ano. Adoro vídeo-game, chocolate e dormir até tarde. Mas, nem tudo foi sempre assim.

No ano de 2006, quando entrei no ensino médio, estava em plena formação de personalidade, eu saia de uma fase da minha vida em que eu era muito fresca com tudo, sim, eu era uma espécie muito rara de patricinha, por mais que odeie admitir isso, eu era uma patricinha, patricinha from hell, mas ainda assim patricinha.

De todas as pessoas com quem eu poderia fazer amizade, eu escolhi as figuras mais inusitadas. De repente eu me vi falando com pessoas que eu nunca imaginaria que fosse falar: Yure, ex-cartomante, ex-duelista de Yu-Gi-Oh!,ex-profeta, atual estudante de filosofia, mais uma vez estudaria na mesma turma que eu, apesar de amá-lo demais agora, naquela época ele era a última pessoa que eu queria que estudasse comigo. Também tinha o Renan, vulgo Nemo, ex-pseudo-rockeiro,ex-cabeça aberta,ex-pagodeiro, atual nerd do IF, com quem eu nunca havia trocado uma palavra até então, apesar de na 8ª série ele estudar na sala vizinha à minha. Tinha o Wellysther, que eu prefiro chamar só de Lelis mesmo, ex-pseudo-satanista, ex-jogador de porrinha, ex-funcionário da locadora, atual… não sei o que ele tá fazendo agora, que era um novato cujo nome eu não sabia pronunciar. Tinha o Alcirlan, ou Lan, ex-morador do meu bairro, ex-xodó dos professores, ex-adorador de Jub-Jub, atual playboy, que era o novato mais simpático que já tinha visto, por dar “Bom dia” a tudo e a todos. E tinha o Felipe, ou Flipper, ex-esquisito que se isolava do mundo, ex-coroinha, ex-dançarino de funk, atual blogueiro com quem vou dividir esse blog ainda sem sentido, que era simplesmente um esquisito que parecia não querer nenhum contato social.

Éramos iguais em nossas diferenças, com alguns gostos em comum e um senso crítico no mínimo peculiar, começamos a perceber que não nos encaixaríamos muito bem em nenhum outro grupo da sala. Acontece, que essas pessoas simplesmente se tornaram os melhores amigos que eu poderia ter, não sei bem ao certo os motivos de isso tudo ter acontecido, mas, apesar de já não nos vermos mais com a mesma frequência, não imagino como seria minha vida sem eles.

Não sei bem o ponto em que isso aqui começou a ficar nostálgico, mas é que naquela época nós adorávamos discutir sobre um assunto qualquer sempre que a gente sentisse vontade (leia-se de segunda à sexta, e, às vezes, aos sábados, de, aproximadamente, 7:30h às 11:00h) e talvez seja isso o que a gente vá fazer nesse blog, falar sobre qualquer coisa que a gente ache interessante, ou não, mas que nós tenhamos vontade de falar, pra relembrar os velhos tempos vivendo os novos.

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FELIPE:

Meu nome é Felipe Pereira (aka Felipe LeProu’zu, Aka Giuseppe Embruglione, aka Felipe Preus e alguns me chamam também de Legião), no momento tenho 19 anos, pra quem achar a informação interessante, sou de aquários, já fui de TI a assistente de produção de facção e adoro tomar café com leite antes de dormir (quem perguntou?).

Uma das fases mais bacanas da minha vida foi quando eu estudei com a minha turma (minha turminha do barulho, aprontando altas confusões) do ensino médio no colégio Tenente Mário Lima, aqui nas quebrada do Ceará. Tínhamos uma turma relativamente grande e eclética com dois elementos comuns a todos: curtíamos RPG e anime e adorávamos tirar uma com a cara de um rapaz chamado ALCIRLAN, que também era do nosso grupo e sofria um bullyng desgraçado na nossa mão.

No nosso grupo tínhamos o CDF (o Lan), o doido (Yure), o emo (Renan), o geek (Eu), o Wellysther (que não encontrei um adjetivo, então você fique imaginando a situação dessa criatura perturbada das trevas) e a patricinha nerd (a paradoxal Elizabeth, que me convidou a ajuda-la nesse blog que nem eu nem ela temos a menor ideia do que se trata). Haviam também alguns personagens secundários sem grande importância (é de você que eu tô falando, Daniel Soares) e outros sem importância nenhuma (brincadeira, teve gente que veio e que foi que deixou uma saudade desgraçada).

As circunstância nas quais eu conheci a Beth foram bem pouco usuais. Eu entrei no TML em 2006, no início do ensino médio e estava pronto pra fazer tudo diferente do colégio antigo. Eu pretendia passar o ano inteiro isolado, estudar feito um condenado e sumir sem deixar rastros. E teria conseguido se não fossem essas crianças enxeridas e o Alcirlan (nem o Google reconhece o nome dele como palavra, dá pra acreditar?).

Como eu já disse, minha intenção era seguir o plano e tirar as melhores notas da minha vida e fechar o colégio com chave de ouro. Mas aí, lá pelo terceiro dia, o Lan veio até mim e estragou tudo, me integrando ao grupo. E eu só tenho a agradecer por isso. Agradecer por ter fechado meus estudos com média 6 em tudo.

Em pouco tempo eu já era parte do grupo (eu era uma das piores partes, diga-se de passagem) e, em cerca de seis meses, eu não havia trocado uma palavra com a Beth, com aquele jeito de cheerleader matadora de zumbis que ficava cantando RBD (não a condenem pelo gosto musical duvidoso peculiar) com as amigas.

Foi quando, durante um trabalho de classe (em que eu tinha de parodiar Asa Branca sobre o livro Morte E Vida Severina) Beth entrou e salvou minha pele de um jeito que eu nunca imaginei que ela fosse fazer: compondo uns 85% da letra da música (eu compus a primeira estrofe e o meu grupo não fez po**a nenhuma). Detalhe: ela nem era do meu grupo.

Depois disso, nós nunca mais nos separamos durante os anos seguintes e hoje, mesmo tendo tomado nossos rumos, ainda somos e sempre seremos (incluindo a galera citada acima, exceto o inútil do Daniel Soares) os melhores amigos que (espero eu) nunca vão se separar.

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 EVERTON:

Tenho 19 anos, estudo Informática e Inglês (amo Inglês!), sou um pouco eclético quanto a
estilos musicais, filmes dramáticos é comigo mesmo. Aliás eu sou muito melancólico (mas não o
suficiente pra ser considerado emo!).
Eu estudo com a Beth que é amiga do Felipe e um dia desses ela chegou me contando que
eles dois estavam planejando fazer um blog, assim que ela falou eu fui logo me metendo e disse que
também queria participar, ela aceitou e depois disso eu fiquei um tempo sem saber se entrava ou
não por que eu não gosto de ser intrometido (não é o que parece!).
Então essa é minha pequena apresentação que chegou atrasada como quase tudo o que eu
faço na vida. Meu relógio é adiantado 5 minutos mas não serve de nada!

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RAFAEL:

Meu nome é Rafael Parente de Sousa. Sim, se você é um “Sousa”, eu sou seu Parente! Continuando. Além de me chamarem por Rafael mesmo, já fui chamado de “Rafa”, “Prente”, “Arthur” e “Gatz” (por um ser do sexo masculino)… melhor não comentar. Nas internets me denomino Kholtar. Não me importa o que digam, mas EU criei esse nick a partir de um nome que vi num livro de RPG, “Koltar”. Percebam a enorme diferença, oras! Mas já usei outros nicks, do quais minha memória não ajuda a relembrar, tendo sido o primeiro deles: “Frangomen”. Sim, isso mesmo. O motivo: meu melhor amigo de infância era “Pardalmen”, ele que me apresentou o mundo dos jogos de Lan/Online (Counter Strike!), e minha criatividade ao criar o nick foi tão longe ao ponto de gerar isso aí. No mais, sou de maio de 1990, 21 anos, nascido e crescido em Fortaleza. O mais longe que já fui deve ter sido alguma praia litorânea cearense ou Guaramiranga, por falta de oportunidades.. ou não, segundo minha irmã.

Meu primeiro contato com computadores foi em janeiro de 2001, mas se limitava a Pokemon Yellow e outros dois jogos que vieram instalados. Já minha primeira vez na internet foi para realizar um trabalho escolar. Só depois de muito tempo que ousei começar a aprender na base do teste-erro, começando com a “aquisição por transferência digital” de mais roms de Pokemon, os quais eu prontamente deletava após 24 horas, obviamente. Esse agora é o meu 3º computador, onde os 2 anteriores foram descartados, pois não funcionavam mais. Não deve ter sido minha culpa. Minha única experiência prévia em blogs foi um blog pessoal que criei, mas onde só postei minhas explicações sobre os “mistérios”, que para mim não eram mistérios, de LOST. Blog este que deletei posteriormente, por preguiça de continuar postando e de divulgá-lo.

Atualmente estudo Engenharia Mecatrônica, indo agora para o 8º semestre, no “Instituto Federal do Ceará”. E aprendendo agora língua japonesa (Nihongo) na UECE/Prolin, após ter concluído o curso de inglês básico, só para obter certificado, pois meu inglês já era, tecnicamente, melhor que básico. Obrigado jogos de videogame, em especial aos RPG’s! Foi no japonês que eu conheci a Beth Uchiha, apesar que levou um semestre para eu realmente falar com alguém da sala.. anyway, alguns meses depois, veio o Felipe Pereira, primeiro pelo Facebook, depois pessoalmente numa tarde/noite de Sushi!

Pra finalizar, um pouco da minha personalidade: sou um sonhador/planejador. Sonho e planejo fazer zilhões de coisas, dentre elas: desenvolver robôs conscientes e jogos eletrônicos, escrever livros, fazer filmes de computação gráfica, criar a realidade virtual, ser imortal (física, com saúde, ou virtualmente), falar todas as línguas, visitar todos os países, visitar todos os planetas, visitar todos os universos paralelos, sair do Brasil! Exagero em tudo que sonho, mas conseguir um pouco desses sonhos já me deixa feliz. Uma das poucas coisas que me deixa triste ou melhor, com raiva, é quando querem que eu desista dos meus sonhos para ter uma vida comum a dos outros. Nunca. Sou também um auto-proclamado psicólogo: estou sempre criando e analisando lógicas para o que eu faço e o que gosto ou não. Não é à toa que eu tenha uma afinidade maior com coisas que envolvem lógica, como programação. Evito fazer o mesmo para com as outras pessoas, senão mataria toda a graça de se socializar. Não tenho um estilo musical definido, mas, se perguntam, chuto Pop-Rock. Não me interesso de conhecer sobre política, futebol, economia, educação, saúde, etc, mas tenho ideias utópicas sobre cada um desses assuntos. Gosto de assistir filmes, séris, animes. Novela somente quando é realmente interessante, tipo Kubanacan. Quanto a filmes, gosto dos “inteligentes” aos filmes “descerebrados”, porém cheio de efeitos especiais. Quanto às séries, minha preferência são as de ficção científica como, por exemplo, a saga Stargate. Atualmente tento diminuir a quantidade de séries, para poder assistir mais animes, de “todos” os estilos. Amo livros, infelizmente não consigo mais lê-los com frequência.

Para as estranhices: não costumo dizer o dia do meu aniversário, pois há anos que não o comemoro, assim como todos as outras datas “especiais” do ano. O motivo provavelmente está na minha mente estragada (ou não) pelo perfeccionismo e um desejo inerente de todo ser-humano: de ser diferente, único, do contra. Algo como: “se não posso ter um aniversário como eu sonho ter, então não terei aniversário algum até o dia que ele possa ser perfeito”. Essa mesma lógica se aplica a várias outras coisas do meu dia-a-dia. Não bebo, não fumo, não me drogo, não me tatuo, não me furo, não me corto, etc. Ainda bem, né! Não gosto de dar nota, favoritar, dar preferência, priorizar coisas, pois sempre sinto que estou sendo injusto para com o resto. Fujo/esquivo de confraternizações de final de curso/semestre/ano, exceto as de japa, sem deixar rastros. Uma lenda viva.

Poderia continuar com isso por um bom tempo, mas não quero ir parar num manicômio. That’s all!

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One Comment leave one →
  1. Alcirlan ... não sou o Lan /O/ permalink
    julho 1, 2011 8:53 am

    Ahhh quase chorei ao ler … muito muito legal !! Ahhhh … bons tempos, amo vcs dois ! E NUNCA deixem nossa amizade morrer … se não eu mato vcs XD
    Parabéns o blog tá otimo !!! É um blog neh ?

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